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Nuvens

…e o raiar do dia, adentrando a janela.

Penso que todos os anjos estão nesse momento, acendendo as luzes da imensidão desse lado do planeta.

Um azul quase verde, com listras em tons de amarelo na confusão do escuro da madrugada.

Já quase vejo a pontinha do sol entre as nuvens laranjas que itensificam no barrulhar da cabine.

elis-lucien-nuvens2E o Azul vence todos os tons e sobre tons que jamais esquecerei entre aqueles algodões de nuvens, aqui, lá  vistos na janela. Poderia ser mais que perfeito? Não.

Estou nas nuvens literalmente.

Melhor, sobre elas,  com vários montinhos de algodão, feito cama flutuantes no céu e que nesse momento prefiro só olhar e nada mas.

Elis Lucien

23/05/14

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Meu melhor presente…

…é presentear minha família e meus amigos com a minha amizade.

Quero presentar com algumas fotografias mais amadas por mim.

“Um grande beijo e um abraço mocoronga”.

Elis Lucien

frentedacomunidadeA comunidade de Samaúma está localizada em uma Unidade de Conservação mas precisamente em uma Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns no município de Santarém no Oeste do Pará. Samaúma é uma árvore gigante da Amazônia de uma majestade sem igual, no meio da floresta destaca-se bem lá meio daqueles tons de verde que só a natureza sabe pintar.

Vamos ao que interessa. Visita em Samaúma. Devido a comunidade está dentro de uma Unidade foi necessário autorização do ICMbio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), um dos primeiros passos. Depois, apresentei a proposta à instituição onde trabalho o PSA (Projeto Saúde e Alegria), seguindo para as comunidades indicadas pela instituição e partir para a minha primeira aplicação do FLORESTABILIDADE: Educação para o Manejo Florestal um projeto da Fundação Roberto Marinho e  Fundo Vale em parceria com o Serviço Florestal Brasileiro.

árvoreA primeira comunidade foi Samaúma que acolheu muito bem toda a proposta da visita. Pois, no pacote de visita iria também monitorar as atividades do grupo de jovem que fazem parte da Rede Mocoronga de Comunicação Popular do PSA e ministrar a Unidade I “Conhecer e manejar a floresta do projeto Florestabilidade. Devido o tempo muito curto de estadia na comunidade (doze horas de viagem no barco de linha, que no decorrer da viagem o barco vai parando nos portos deixando cargas e passageiros). A comunidade é uma das mais preservada, tendo apenas duas ruas de trânsito, ficando logo ali a floresta, com duas igrejas: a católica e da Paz; escola de ensino fundamental, associação, rádio comunitária “Rádio Arariuá”; jornal comunitário “A Folha de Samaúma” e etc,.

depoimento

As atividades foram realizadas em parceria com a escola Nossa Senhora de Aparecida, Associação Comunitária e o grupo de Jovem. A palestra foi realizada na sala da escola, com participação de trinta e três pessoas incluindo crianças, jovens e adultos e seguimos para a estrutura da rádio comunitária com coleta de informação da vida na comunidade e o histórico. Foi passado o vídeo na escola Nossa Senhora de Aparecida, discutido as imagens do vídeo e se isso, era diferente da realidade da comunidade. A resposta foi semelhante as imagens mas, com um contexto próprio, os sons, as imagens em si. Dividimos em três grupos para as seguintes perguntas:

professor

FLORESTABILIDADE / PROGRAMA FLORESTA ATIVA

GRUPO 01

01 – Escreva uma reportagem jornalística que divulgue a organização e as atividades econômica da comunidade.

GRUPO 02

01 – Elabore um poema no qual possam ter as palavras: sustentabilidade, floresta amazônica e o manejo de produtos da floresta.

GRUPO 03

01 – Leia a letra da música FLOR DE AGUAPÉ, de Nato Aguiar, pense sobre o tema da música e o sentimento que ela provoca. Respondam as seguintes

 FLOR DE AGUAPÉ

NATO AGUIAR

Tapajós dos moleques

Brincar de pira e de mergulhar,

Das lavadeiras negras

que se juntam para conversar

Rio das meninas moças

que catam flores de aguapé

E reclamam do boto porque

Vira rapaz bonito e engana mulher

Tua lua é mais acesa

E de madrugada te enche de luz

Teremos a mesma sorte,

Nascer no norte, que é o nosso lugar

Juro que poesia não vai faltar

 equipeQuem sabe até quisesses,

Ao invés do norte correr pro sul

Anhar mulheres loiras

De pele branca e olhos azuis

Ficar sem a mãe d’água,

Sem ter a santa pra namorar,

Sem o Isoca pra te reger

Ficar sem a cantiga do Uirapuru

Ficar sem teus poetas

Maria José e Alter do Chão

Mas, longe da pequena índia morena

Dar cor do açaí,

Tu ias secar de saudades do povo daqui.

Referencia do Guia Pedagógico do professor

Para ouvir e aprender” vol.07, pag. 147 Rádio Rural de Santarém.

jovemnaradioE os resultados foram:

GRUPO 01

A comunidade de Samaúma está localizada na margem esquerda do rio Tapajós. Sua organização dos comunitários é que sempre elegem um representante para dirigir a comunidade por um determinado tempo.

Sua economia é a base da pesca, caça e principalmente da agricultura ou seja da farinha de mandioca que é a mais forte na comunidade, mas nos últimos anos a produção da farinha de mandioca teve uma grande queda por o consumo ter diminuindo, isso cansou um grande aumento no preço do quilo da farinha.

GRUPO 02

Nossa Floresta

Tudo encontramos

Quem poderá mudar a

Situação que estamos.

 

Tudo aqui tem

O cipó, capaíba

Cupuaçu e o açaí

Sustentabilidade pra

mim e pra você também.

 

Tem castanha do Pará

Seringa, andiroba

Mandioca que dá a

farinha, tucupi e tapioca.

 

Na construção do tapiri

Uzamos cipó que tem

pra mim e pra tú

Cipó titica, ambé, taracuá e cipó açú.

 

Temos o biriti, tucumã

Bacaba, pataúa e um

bom banho no igarapŕ

que faz bem pro homem

e pra mulher.

aturma

GRUPO 03

A música provoca um sentimento de saudades, que era antigamente quando ainda criança nós, brincava de pira e de mergulhar e as moças na época reuniam-se e lavavam roupa no igarapé. Por motivo de morar nas colonias. Um sentimento de saudades do tempo que éramos crianças, sentímos falta das poesias que os nossos avós contavam era um tempo bom.

 

 

 

 

 

Resolução 458

foto ilustrativa

foto ilustrativa

Retirado do IPAM

Por: Cassuça Benevides

Em julho, o Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) revogou sua Resolução 387 e aprovou a Resolução 458, que retira a necessidade de licenciamento da regularização ambiental. Segundo o Coordenador-Geral de Meio Ambiente do INCRA, o grande mérito da resolução foi separar os passivos de Reserva Legal e Áreas de Proteção Ambiental e garantir que a regularização vai se dar via Cadastro Ambiental Rural de cada imóvel.

CLIMA E FLORESTA: O que mudou com a nova resolução do CONAMA?

Como o antigo Código Florestal não tinha um instrumento de regularização ambiental do imóvel, o licenciamento dos assentamentos de Reforma Agrária tratava tanto da regularização das áreas protegidas pelo Código, quanto do licenciamento das atividades. O Código dizia que APP e Reserva Legal deveriam ser recuperadas, mas não tinha um instrumento claro para esta regularização. Com o Novo Código você tem este instrumento, que é o Cadastro Ambiental Rural (CAR). A resolução antiga do CONAMA (387) tratava do passivo do Código Florestal e do licenciamento de atividades nos assentamentos de Reforma Agrária. O que fizemos foi separar estas duas legislações: Código Florestal e Política Nacional de Meio Ambiente. Com relação ao Código Florestal, a regularização vai se dar via CAR e adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA, estadual). O que sobra para licenciar efetivamente? As atividades desenvolvidas pelos assentados que causam impacto ambiental ou infraestruturas implantadas nos assentamentos que tenham impacto.

Agora há uma distinção entre a regularização ambiental do imóvel e o licenciamento de atividades de infraestrutura. Legislações distintas que tratam do assunto, mas se complementam numa metodologia única de regularização do assentamento.

CF: O que na prática isto vai significar para os assentados?

O assentamento agora é regularizado a partir do momento em que você faz o CAR e adere ao PRA para recuperar o passivo identificado no CAR. E as atividades desenvolvidas você vai tratar no âmbito Política Nacional de Meio Ambiente, que trata do licenciamento de atividades produtivas ou potencialmente poluidoras, via resolução CONAMA 458.

CF: Cada assentado vai ter que fazer o seu CAR?

Todo imóvel rural do país vai ter que ter o seu o Cadastro Ambiental Rural. O INCRA é responsável por fazer o CAR dos assentados. O que a lei diz é que o Poder Público tem que prestar apoio. No nosso caso, estamos assumindo que o INCRA vai apoiar elaborando o CAR dos assentados e apoiá-los para que entrem no PRA.

Aí entra uma questão de interpretação do Código Florestal para saber como será feito o CAR dos assentamentos. A Instrução Normativa do Ministério do Meio Ambiente ainda não saiu, o decreto que regulamenta o PRA ainda não foi publicado. O Ministério do Desenvolvimento Agrário será ouvido, assim como o da Agricultura, mas precisamos esperar a legislação para interpretá-la.

CF: Vamos assumir que o CAR já está implantado. Como o INCRA vai apoiar o assentado que tem passivo ambiental e vai precisar reflorestar ou cuidar de áreas degradadas?

Existem diversas estratégias para elaboração do CAR que podem ser trabalhadas. (1) Via assistência técnica. (2) O INCRA pode promover contratação direta de uma empresas para fazer o CAR. (3) Podemos firmar acordos de cooperação ou convênios com municípios e estados. Temos um leque de opções para tratar a elaboração do CAR dos assentamentos e assentados.

Mas existe uma outra questão, que é a de como vamos induzir ou promover a recuperação ambiental dos assentamentos. E ela é muito mais ampla do que simplesmente o INCRA contratar uma empresa para cercar a Reserva Legal do assentamento e começar a recuperar. Um dos eixos do Programa Assentamentos Verdes lançado ano passado é recuperação ambiental gerando renda e segurança alimentar.

O primeiro ponto é investir muito forte nas sementes florestais, que são um insumo básico para qualquer recuperação florestal: sem sementes, não tem mudas e sem mudas, não há recuperação. O INCRA já vem trabalhando nisto no Mato Grosso, em Confresa e em Marabá no Pará, junto com a Embrapa para delimitação de áreas de coleta de sementes,capacitação em coleta, armazenamento e produção de mudas. O assentado pode ter renda com venda de sementes e mudas. E a segurança alimentar começa a entrar quando na recuperação florestal você usa conceitos do sistema agroflorestal. Não recuperação massiva, mas como uma das tipologias de recuperação ambiental que possa garantir também a segurança alimentar.

Nada impede que existam outras metodologias de recuperação ambiental. Se vc vê uma boa resiliência no meio, já tem fragmentos de florestas que possam promover recuperação por simples cercamento da área, também podemos fazer. Há muitos estudos sobre recuperação ambiental, mas nada consolidado sobre o que é válido para cada bioma, micro região ou região. Isto tudo tem que ser desenvolvido e é uma questão do estado brasileiro definir quais são as tipologias de recuperação ambiental. Isto deve surgir dentro dos Programas de Recuperação Ambiental, com as regulamentações estaduais.

CF: O INCRA sabe qual é o passivo ambiental dos assentamentos?

O IPAM nos ajudou muito na Amazônia com este trabalho de estimativa de passivo ambiental. Temos uma possível alteração do passivo em função da interpretação do Novo  Código Florestal, mas isto é outra discussão. O IPAM promoveu um estudo muito bom, que tem servido de base prá gente. Na Amazônia, como há muita informação de satélites, é possível calcular este passivo. Temos uma boa ideia do passivo da Amazônia, referendamos os números do estudo do IPAM, mas ainda não temos tantos dados de outros biomas, fica difícil fazer este cálculo fora da Amazônia.

CF: Ainda existem 20 milhões de hectares de florestas nos assentamentos da Amazônia. Vai ser possível o pagamento de serviços florestais para as florestas em pé? E compensação? Os assentados vão poder vender CRAs, por exemplo?

É fundamental que o INCRA inicie esta discussão junto ao Ministério do Meio Ambiente e aos órgãos de Meio Ambiente de como trabalhar as Cotas de Reserva Ambiental, inclusive para premiar os assentados que mantiveram os seus lotes e os assentamentos que preservaram a sua área florestada. E não só o pagamento do serviço ambiental, também precisamos olhar para a questão da compensação ambiental. Várias Unidades de Conservação foram criadas sobre terras doadas pelo INCRA com este fim. Nada mais justo que a gente possa fazer a compensação de Reservas Legais de alguns assentamentos nestas UCs. Isto já aconteceu em mais de 20 assentamentos de Rondônia: compensação ambiental em áreas de conservação onde estão presentes terras do INCRA. Evidente que temos que usar estes ativos ambientais a nosso favor. Como já começamos a fazer com o Bolsa Verde: Hoje temos mais de 20 mil famílias em áreas que cumprem requisitos ambientais em assentamentos em todo o país, sendo que 12 a 14 mil famílias na Amazônia. Não é pagamento de serviço ambiental, é outra proposta do governo, mas que também já está premiando quem tem sua área conservada.

CF: Os projetos de sustentabilidade econômica têm que acontecer paralelamente à implementação do CAR. Como vai ser isto?

Quando a gente aderir ao programa de regularização ambiental, teremos que informar como vamos recuperar esta área. A proposta do INCRA é envolver a assistência técnica e isto está inclusive no termo de compromisso assinado com o Ministério Público Federal, onde a própria assistência técnica pode receber um recurso adicional se estiver cumprindo alguns requisitos agroambientais: diminuir desmatamento, aumentar conservação, praticar agroecologia. Nos assentamentos que conseguirem por conta da assistência técnica atingir certos índices, esta assistência técnica pode ter um ganho adicional de recursos no seu contrato. São formas que estamos buscando para promover atividades produtivas sustentáveis nos assentamentos.

Outro eixo do Programa Assentamentos Verdes é a valorização dos ativos ambientais. Focada na questão do manejo florestal de uso múltiplo ligada às sementes, mas também ao manejo madeireiro, que é outra fonte. Estes 20 milhões de hectares sofrem uma pressão muito grande no mercado madeireiro na Amazônia e temos que ter estratégias para trazer a iniciativa privada para o jogo e mediar a relação entre comunidade e empresa para favorecer os dois lados. Mas de uma forma que a comunidade possa depois se apropriar da estratégia do manejo florestal e seguir sozinha, sem a empresa.

O INCRA vem pensando em todas estas ações para cumprir seu papel na Amazônia que é uma nova estratégia ambiental para a região. O Programa Assentamentos Verdes trata disto com clareza: trazendo a questão da regularização ambiental via CAR e PRA; a da recuperação ambiental gerando renda e segurança alimentar; fazendo efetivamente a valorização dos ativos ambientais – transformando isto em renda para os assentados; e não perdendo de vista o monitoramento e controle, que é identificar os dados do desmatamento, localizar onde ele está, fazer ações de fiscalização com os órgãos de fiscalização ambiental. Estamos numa ação forte com o IBAMA, citando o estado do Pará com o Programa Municípios Verdes, com a Secretaria de Meio Ambiente do Pará, integrando os três níveis de governo, municipal estadual e federal, para fazer uma ação de fiscalização e monitoramento.

O INCRA acha que este conjunto de estratégias vai, além de reduzir o desmatamento, promover também uma outra forma de desenvolvimento para os projetos de assentamento da Amazônia.

Um presente jurásico

elislucien-samaúmaAlgum dia você parou para imaginar a seguinte cena:

um belo dia, passeando por uma praia olhando o horizonte e pensando em sua vida, de repente você levanta-se e segue na direção do Sol nascente e segue… e se depara com uma imagem ma-ra-vi-lho-sa, imaginem, só imaginem… um dinossauro bebendo água nada mas, nada menos que no rio Tapajós e melhor de tudo isso, você ali, sem poder fazer nada, paralisado com a perfeição do momento, o encante, o lugar, meu Deus, meus Anjos e Santos”.

O amanhecer afetou mesmo os meus miolos. Alguém já tinha me dito: Cuidado, com a magia!Este lugar tem tudo o que você procura, basta acreditar e pedir. Bom, não tava pedindo nada, só agradecendo a viagem, os amigos, o trabalho, aquele instante, aquele barulhinho de areia fina quando você pisa nela e faz um som dos Deuses, era isso, só isso.

Agradeço mesmo assim, um presente dos Deuses, obrigada!

Por: Magnólio de Oliveira/Projeto Saúde e Alegria

Recadastramento das famílias na comunidade de Vila Franca pelo seu Carlos.

Recadastramento das famílias na comunidade de Vila Franca pelo seu Carlos.

O PROGRAMA Floresta Ativa surge para nomear o resultado da Licitação internacional, vencida pela LAZ e o PSA, que junto a seus parceiros tradicionais ICM Bio e Associação TAPAJOARA formam uma visão de construção participativa através de tecnologias socioambientais replicáveis.

Tendo como objetivo geral um novo modelo de gestão territorial evitando a Cultura “do corte e queima” através de práticas agroecológicas sustentáveis que reúnam ainda alternativas de geração de renda.

O Nome: FLORESTA ATIVA foi escolhido para contemplar todos os componentes da floresta a fauna, a flora, seus habitantes e seu patrimônio real e imaginário e o desenvolvimento sustentável em todos os aspectos.

A Engenheira Socorro, do Projeto Saúde e Alegria na conversa com os moradores de vila Franca.

A Engenheira Socorro, do Projeto Saúde e Alegria na conversa com os moradores de vila Franca.

A rigor tem dois objetivos específicos:

O primeiro: de agroecologia e reposição florestal que pretende estabelecer na região um novo processo referencial de capacitação e investimento rural em prol de empreendimentos e sistemas produtivos agroecológicos integrados, sustentáveis e permanentes.

E o segundo: de apoio a gestão comunitária territorial e integração institucional apoiando as organizações e busca-se envolver todos os segmentos e faixas etárias: lideranças, produtores, empreendedores , grupos de mulheres e de jovens.

Tem como desafio maior a modificar a atual dependência das praticas de corte e queima em prol de procedimentos que contribuam para a segurança alimentar e geração de renda.

A área piloto trata de 74 comunidades onde habitam 20.000 ribeirinhos numa área de 650 ha

Por ser um processo participativo utiliza criativamente de instrumentos de educação da expertise do Projeto Saúde e Alegria, o circo mocorongo, a

Rede de comunicação, programas de rádio, imagens georreferenciadas)

Em resumo o Programa Floresta Ativa tem 2 componentes principais

1. GESTÃO COMUNITÁRIA e INTEGRAÇÃO INSTITUCIONAL e

2. AGROECOLOGIA ( Reposição florestal, criação de um Centro de Tecnologias Sócio ambientais.

Espera-se que ao final dos três primeiros anos possam ser atendidas 500 famílias, criar o Centro de Referencia Transformar 225 ha de capoeiras em Sistemas agroflorestais com produção diversificada.

Sem esquecer das ações complementares em apoio ao desenvolvimento integrado como:

Turismo comunitário e artesanato da floresta; Ações de Saúde; Educação comunitária e ambiental Inclusão digital e outros portem ciais como manejo florestal, saneamento energias renováveis…

Por: Magnólio de Oliveira

FOPIESS

FOPIESS_2013Fórum dos Pesquisadores das Instituições de Ensino e Pesquisa de Santarém (FOPIESS), é composto por professores e pesquisadores das instituições credenciadas que realizam pesquisas nas várias áreas de ensino. Cada dois anos é eleito uma coordenação que irá organizar a divulgação das pesquisas realizadas através de encontro instituídos nas instituições elegidas no ano anterior. Este ano, o FOPIESS será realizado no Instituto Esperança de Ensino Superior – IESPES.

No dia 16 de Agosto, no Mini auditório II do Campus Amazônia da UFOPA foi empossada a nova coordenação de 2013:

Presidente – Ynglea Georgina Freitas Goch (UFOPA);

Vice-Presidente – Miguel Borghezan (ULBRA);

Secretaria – Susan Mylene Serruya Serruya (IESPES);

Tesoureira – Rosangela Lima Andrade (IESPES/ ULBRA);

Assembleia Geral – João Ricardo Gama (UFOPA);

Coord. Tecnico – Gabriel Geller (FIT);

Conselho Fiscal 

Maria Irene Escher Boger (FIT);

Maria Viviane Escher Antero (ULBRA/ IESPES);

Gina Cynthia Carneiro do Valle (IARA)

E meus sinceros agradecimentos ao convite feito pela professora Gina Cynthia.

Obrigada pela lembrança!!