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Archive for the ‘Amazônia’ Category

flolha1

Nos tempos de graduação uma aula super mal amada por uma boa parte da turma era a tal de Metodologia Científica…um tormento só, ainda mas se viessem acompanhadas dos três “R” Resumo, Resenha e Relatório no finalzinho da aula, puts!!!Não que o professor (Profº Marcos) fosse ruim, não, de jeito nenhum ele era muito querido por todos nós, inclusive pensei nele o tempo todo, fazendo as atividades no final de semana. Agora, fiquei relembrando como era fazer: Resenha, Resumo e Fichamento foi legal, mas, cansativo na articulação dos textos, ufa!!!Conseguir postar só não sei se estar correto, vamos aguardar.

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Momentos que marcaram as atividades profissionais em minha vida, feito com muito carinho.

elissss

 

Retrospectiva_psa_elislucien

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Esse negócio de bater retrato é coisa de outro mundo, desse mundo moderno de vocês! Minha bisavó dizia nas festas de batizado, natal e aniversario na casa de minha tia, pois naquela época só ela tinha a tal máquina fotográfica.

gato_mimi

As fotografias ficavam dentro de uns rolinhos pretos, que a gente para poder tirar a fotografia tinha que rodar um dispositivo até soar um “clic” ai sim, podia bater outra fotografia e claro esperar ter dinheiro para mandar revelar e esperar a ansiedade de saber se todas prestaram.

E hoje, “self, self…não ficou legal, outra, outra”, que maravilha podemos escolher a melhor fotografia, opa!Self e dá para ficar super legal.

Então, vamos fotografar, tirar self registre o momento.

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*Por: Andria Gama, Arnaldo dos Santos, Elis Lucien e Taíse Reis dos Santos

Na Amazônia existem apenas duas estações: verão e inverno. Nos últimos dois meses as águas do rios tiveram uma alta vazão em decorrentes dos últimos anos e acompanhadas pela maioria dos moradores dia-dia. A seca traz grandes prejuízos para vários seguimentos da sociedade tais como: agricultura, agropecuária, transporte, vegetação é a mais afetada neste período tornando-se vulnerável a incêndio e especialmente na vida população.

fotoarnaldo

Nas comunidades ribeirinhas do Oeste do Pará, a baixa do rio está afetando a navegação dos barcos pois é o único meio de locomoção entre a cidade e o interior. Segundo Taíse Reis dos Santos, 16 anos, estudante do 3º ano “usamos o transporte chamado bajara (canoa com um motor na popa), para chegar até a comunidade onde moro que é a Enseada do Amorim, Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns, temos que ficar na Boca do Parauá, que uma outra comunidade aqui próximo, o barco de linha nos deixa e aí pego a bajara seguindo devagar para não encalhar, pois, temos que ir emburrando e indo com cuidado nessa época, também têm as arraias, uma ferrada dela dói muito e tem que para o hospital”.

fotoarnaldo02

Nos outros municípios não é diferente segundo relato do senhor Arnaldo dos Santos, morador à 52 anos do Mojuí dos Campos, PA (município recém formado), “Pra você ter uma ideia, pra chegar em algumas comunidades do rio Mojú é necessário fazer uma travessia de balsa sobre o rio, com o verão amazônico isso não é possível, a água tá muito baixa e algumas pessoas atravessando andando. Mas o problema maior, está no rio Curua-Una secou tanto que o ano letivo poderá ser comprometido, pois não há como transportar os alunos e a população em geral de um lado para o outro”.

A cada ano que passa essa e outras situações decorrentes da seca irão afetar a vida dos povos ribeirinhos então a palavra-chave para essa situação é adaptação.

*Artigo apresentado por este grupo de trabalho na Oficina de Jornalismo Cidadão, facilitado pelo Jornalista da Rede InfoAmazônia, Gustavo Faleiros, no dia 23 de outubro de 2015, na Universidade Federal do Oeste do Pará, Santarém

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…e o raiar do dia, adentrando a janela.

Penso que todos os anjos estão nesse momento, acendendo as luzes da imensidão desse lado do planeta.

Um azul quase verde, com listras em tons de amarelo na confusão do escuro da madrugada.

Já quase vejo a pontinha do sol entre as nuvens laranjas que itensificam no barrulhar da cabine.

elis-lucien-nuvens2E o Azul vence todos os tons e sobre tons que jamais esquecerei entre aqueles algodões de nuvens, aqui, lá  vistos na janela. Poderia ser mais que perfeito? Não.

Estou nas nuvens literalmente.

Melhor, sobre elas,  com vários montinhos de algodão, feito cama flutuantes no céu e que nesse momento prefiro só olhar e nada mas.

Elis Lucien

23/05/14

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…é presentear minha família e meus amigos com a minha amizade.

Quero presentar com algumas fotografias mais amadas por mim.

“Um grande beijo e um abraço mocoronga”.

Elis Lucien

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frentedacomunidadeA comunidade de Samaúma está localizada em uma Unidade de Conservação mas precisamente em uma Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns no município de Santarém no Oeste do Pará. Samaúma é uma árvore gigante da Amazônia de uma majestade sem igual, no meio da floresta destaca-se bem lá meio daqueles tons de verde que só a natureza sabe pintar.

Vamos ao que interessa. Visita em Samaúma. Devido a comunidade está dentro de uma Unidade foi necessário autorização do ICMbio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), um dos primeiros passos. Depois, apresentei a proposta à instituição onde trabalho o PSA (Projeto Saúde e Alegria), seguindo para as comunidades indicadas pela instituição e partir para a minha primeira aplicação do FLORESTABILIDADE: Educação para o Manejo Florestal um projeto da Fundação Roberto Marinho e  Fundo Vale em parceria com o Serviço Florestal Brasileiro.

árvoreA primeira comunidade foi Samaúma que acolheu muito bem toda a proposta da visita. Pois, no pacote de visita iria também monitorar as atividades do grupo de jovem que fazem parte da Rede Mocoronga de Comunicação Popular do PSA e ministrar a Unidade I “Conhecer e manejar a floresta do projeto Florestabilidade. Devido o tempo muito curto de estadia na comunidade (doze horas de viagem no barco de linha, que no decorrer da viagem o barco vai parando nos portos deixando cargas e passageiros). A comunidade é uma das mais preservada, tendo apenas duas ruas de trânsito, ficando logo ali a floresta, com duas igrejas: a católica e da Paz; escola de ensino fundamental, associação, rádio comunitária “Rádio Arariuá”; jornal comunitário “A Folha de Samaúma” e etc,.

depoimento

As atividades foram realizadas em parceria com a escola Nossa Senhora de Aparecida, Associação Comunitária e o grupo de Jovem. A palestra foi realizada na sala da escola, com participação de trinta e três pessoas incluindo crianças, jovens e adultos e seguimos para a estrutura da rádio comunitária com coleta de informação da vida na comunidade e o histórico. Foi passado o vídeo na escola Nossa Senhora de Aparecida, discutido as imagens do vídeo e se isso, era diferente da realidade da comunidade. A resposta foi semelhante as imagens mas, com um contexto próprio, os sons, as imagens em si. Dividimos em três grupos para as seguintes perguntas:

professor

FLORESTABILIDADE / PROGRAMA FLORESTA ATIVA

GRUPO 01

01 – Escreva uma reportagem jornalística que divulgue a organização e as atividades econômica da comunidade.

GRUPO 02

01 – Elabore um poema no qual possam ter as palavras: sustentabilidade, floresta amazônica e o manejo de produtos da floresta.

GRUPO 03

01 – Leia a letra da música FLOR DE AGUAPÉ, de Nato Aguiar, pense sobre o tema da música e o sentimento que ela provoca. Respondam as seguintes

 FLOR DE AGUAPÉ

NATO AGUIAR

Tapajós dos moleques

Brincar de pira e de mergulhar,

Das lavadeiras negras

que se juntam para conversar

Rio das meninas moças

que catam flores de aguapé

E reclamam do boto porque

Vira rapaz bonito e engana mulher

Tua lua é mais acesa

E de madrugada te enche de luz

Teremos a mesma sorte,

Nascer no norte, que é o nosso lugar

Juro que poesia não vai faltar

 equipeQuem sabe até quisesses,

Ao invés do norte correr pro sul

Anhar mulheres loiras

De pele branca e olhos azuis

Ficar sem a mãe d’água,

Sem ter a santa pra namorar,

Sem o Isoca pra te reger

Ficar sem a cantiga do Uirapuru

Ficar sem teus poetas

Maria José e Alter do Chão

Mas, longe da pequena índia morena

Dar cor do açaí,

Tu ias secar de saudades do povo daqui.

Referencia do Guia Pedagógico do professor

Para ouvir e aprender” vol.07, pag. 147 Rádio Rural de Santarém.

jovemnaradioE os resultados foram:

GRUPO 01

A comunidade de Samaúma está localizada na margem esquerda do rio Tapajós. Sua organização dos comunitários é que sempre elegem um representante para dirigir a comunidade por um determinado tempo.

Sua economia é a base da pesca, caça e principalmente da agricultura ou seja da farinha de mandioca que é a mais forte na comunidade, mas nos últimos anos a produção da farinha de mandioca teve uma grande queda por o consumo ter diminuindo, isso cansou um grande aumento no preço do quilo da farinha.

GRUPO 02

Nossa Floresta

Tudo encontramos

Quem poderá mudar a

Situação que estamos.

 

Tudo aqui tem

O cipó, capaíba

Cupuaçu e o açaí

Sustentabilidade pra

mim e pra você também.

 

Tem castanha do Pará

Seringa, andiroba

Mandioca que dá a

farinha, tucupi e tapioca.

 

Na construção do tapiri

Uzamos cipó que tem

pra mim e pra tú

Cipó titica, ambé, taracuá e cipó açú.

 

Temos o biriti, tucumã

Bacaba, pataúa e um

bom banho no igarapŕ

que faz bem pro homem

e pra mulher.

aturma

GRUPO 03

A música provoca um sentimento de saudades, que era antigamente quando ainda criança nós, brincava de pira e de mergulhar e as moças na época reuniam-se e lavavam roupa no igarapé. Por motivo de morar nas colonias. Um sentimento de saudades do tempo que éramos crianças, sentímos falta das poesias que os nossos avós contavam era um tempo bom.

 

 

 

 

 

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