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Archive for the ‘água’ Category

*Por: Andria Gama, Arnaldo dos Santos, Elis Lucien e Taíse Reis dos Santos

Na Amazônia existem apenas duas estações: verão e inverno. Nos últimos dois meses as águas do rios tiveram uma alta vazão em decorrentes dos últimos anos e acompanhadas pela maioria dos moradores dia-dia. A seca traz grandes prejuízos para vários seguimentos da sociedade tais como: agricultura, agropecuária, transporte, vegetação é a mais afetada neste período tornando-se vulnerável a incêndio e especialmente na vida população.

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Nas comunidades ribeirinhas do Oeste do Pará, a baixa do rio está afetando a navegação dos barcos pois é o único meio de locomoção entre a cidade e o interior. Segundo Taíse Reis dos Santos, 16 anos, estudante do 3º ano “usamos o transporte chamado bajara (canoa com um motor na popa), para chegar até a comunidade onde moro que é a Enseada do Amorim, Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns, temos que ficar na Boca do Parauá, que uma outra comunidade aqui próximo, o barco de linha nos deixa e aí pego a bajara seguindo devagar para não encalhar, pois, temos que ir emburrando e indo com cuidado nessa época, também têm as arraias, uma ferrada dela dói muito e tem que para o hospital”.

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Nos outros municípios não é diferente segundo relato do senhor Arnaldo dos Santos, morador à 52 anos do Mojuí dos Campos, PA (município recém formado), “Pra você ter uma ideia, pra chegar em algumas comunidades do rio Mojú é necessário fazer uma travessia de balsa sobre o rio, com o verão amazônico isso não é possível, a água tá muito baixa e algumas pessoas atravessando andando. Mas o problema maior, está no rio Curua-Una secou tanto que o ano letivo poderá ser comprometido, pois não há como transportar os alunos e a população em geral de um lado para o outro”.

A cada ano que passa essa e outras situações decorrentes da seca irão afetar a vida dos povos ribeirinhos então a palavra-chave para essa situação é adaptação.

*Artigo apresentado por este grupo de trabalho na Oficina de Jornalismo Cidadão, facilitado pelo Jornalista da Rede InfoAmazônia, Gustavo Faleiros, no dia 23 de outubro de 2015, na Universidade Federal do Oeste do Pará, Santarém

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…é presentear minha família e meus amigos com a minha amizade.

Quero presentar com algumas fotografias mais amadas por mim.

“Um grande beijo e um abraço mocoronga”.

Elis Lucien

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frentedacomunidadeA comunidade de Samaúma está localizada em uma Unidade de Conservação mas precisamente em uma Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns no município de Santarém no Oeste do Pará. Samaúma é uma árvore gigante da Amazônia de uma majestade sem igual, no meio da floresta destaca-se bem lá meio daqueles tons de verde que só a natureza sabe pintar.

Vamos ao que interessa. Visita em Samaúma. Devido a comunidade está dentro de uma Unidade foi necessário autorização do ICMbio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), um dos primeiros passos. Depois, apresentei a proposta à instituição onde trabalho o PSA (Projeto Saúde e Alegria), seguindo para as comunidades indicadas pela instituição e partir para a minha primeira aplicação do FLORESTABILIDADE: Educação para o Manejo Florestal um projeto da Fundação Roberto Marinho e  Fundo Vale em parceria com o Serviço Florestal Brasileiro.

árvoreA primeira comunidade foi Samaúma que acolheu muito bem toda a proposta da visita. Pois, no pacote de visita iria também monitorar as atividades do grupo de jovem que fazem parte da Rede Mocoronga de Comunicação Popular do PSA e ministrar a Unidade I “Conhecer e manejar a floresta do projeto Florestabilidade. Devido o tempo muito curto de estadia na comunidade (doze horas de viagem no barco de linha, que no decorrer da viagem o barco vai parando nos portos deixando cargas e passageiros). A comunidade é uma das mais preservada, tendo apenas duas ruas de trânsito, ficando logo ali a floresta, com duas igrejas: a católica e da Paz; escola de ensino fundamental, associação, rádio comunitária “Rádio Arariuá”; jornal comunitário “A Folha de Samaúma” e etc,.

depoimento

As atividades foram realizadas em parceria com a escola Nossa Senhora de Aparecida, Associação Comunitária e o grupo de Jovem. A palestra foi realizada na sala da escola, com participação de trinta e três pessoas incluindo crianças, jovens e adultos e seguimos para a estrutura da rádio comunitária com coleta de informação da vida na comunidade e o histórico. Foi passado o vídeo na escola Nossa Senhora de Aparecida, discutido as imagens do vídeo e se isso, era diferente da realidade da comunidade. A resposta foi semelhante as imagens mas, com um contexto próprio, os sons, as imagens em si. Dividimos em três grupos para as seguintes perguntas:

professor

FLORESTABILIDADE / PROGRAMA FLORESTA ATIVA

GRUPO 01

01 – Escreva uma reportagem jornalística que divulgue a organização e as atividades econômica da comunidade.

GRUPO 02

01 – Elabore um poema no qual possam ter as palavras: sustentabilidade, floresta amazônica e o manejo de produtos da floresta.

GRUPO 03

01 – Leia a letra da música FLOR DE AGUAPÉ, de Nato Aguiar, pense sobre o tema da música e o sentimento que ela provoca. Respondam as seguintes

 FLOR DE AGUAPÉ

NATO AGUIAR

Tapajós dos moleques

Brincar de pira e de mergulhar,

Das lavadeiras negras

que se juntam para conversar

Rio das meninas moças

que catam flores de aguapé

E reclamam do boto porque

Vira rapaz bonito e engana mulher

Tua lua é mais acesa

E de madrugada te enche de luz

Teremos a mesma sorte,

Nascer no norte, que é o nosso lugar

Juro que poesia não vai faltar

 equipeQuem sabe até quisesses,

Ao invés do norte correr pro sul

Anhar mulheres loiras

De pele branca e olhos azuis

Ficar sem a mãe d’água,

Sem ter a santa pra namorar,

Sem o Isoca pra te reger

Ficar sem a cantiga do Uirapuru

Ficar sem teus poetas

Maria José e Alter do Chão

Mas, longe da pequena índia morena

Dar cor do açaí,

Tu ias secar de saudades do povo daqui.

Referencia do Guia Pedagógico do professor

Para ouvir e aprender” vol.07, pag. 147 Rádio Rural de Santarém.

jovemnaradioE os resultados foram:

GRUPO 01

A comunidade de Samaúma está localizada na margem esquerda do rio Tapajós. Sua organização dos comunitários é que sempre elegem um representante para dirigir a comunidade por um determinado tempo.

Sua economia é a base da pesca, caça e principalmente da agricultura ou seja da farinha de mandioca que é a mais forte na comunidade, mas nos últimos anos a produção da farinha de mandioca teve uma grande queda por o consumo ter diminuindo, isso cansou um grande aumento no preço do quilo da farinha.

GRUPO 02

Nossa Floresta

Tudo encontramos

Quem poderá mudar a

Situação que estamos.

 

Tudo aqui tem

O cipó, capaíba

Cupuaçu e o açaí

Sustentabilidade pra

mim e pra você também.

 

Tem castanha do Pará

Seringa, andiroba

Mandioca que dá a

farinha, tucupi e tapioca.

 

Na construção do tapiri

Uzamos cipó que tem

pra mim e pra tú

Cipó titica, ambé, taracuá e cipó açú.

 

Temos o biriti, tucumã

Bacaba, pataúa e um

bom banho no igarapŕ

que faz bem pro homem

e pra mulher.

aturma

GRUPO 03

A música provoca um sentimento de saudades, que era antigamente quando ainda criança nós, brincava de pira e de mergulhar e as moças na época reuniam-se e lavavam roupa no igarapé. Por motivo de morar nas colonias. Um sentimento de saudades do tempo que éramos crianças, sentímos falta das poesias que os nossos avós contavam era um tempo bom.

 

 

 

 

 

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elislucien-samaúmaAlgum dia você parou para imaginar a seguinte cena:

um belo dia, passeando por uma praia olhando o horizonte e pensando em sua vida, de repente você levanta-se e segue na direção do Sol nascente e segue… e se depara com uma imagem ma-ra-vi-lho-sa, imaginem, só imaginem… um dinossauro bebendo água nada mas, nada menos que no rio Tapajós e melhor de tudo isso, você ali, sem poder fazer nada, paralisado com a perfeição do momento, o encante, o lugar, meu Deus, meus Anjos e Santos”.

O amanhecer afetou mesmo os meus miolos. Alguém já tinha me dito: Cuidado, com a magia!Este lugar tem tudo o que você procura, basta acreditar e pedir. Bom, não tava pedindo nada, só agradecendo a viagem, os amigos, o trabalho, aquele instante, aquele barulhinho de areia fina quando você pisa nela e faz um som dos Deuses, era isso, só isso.

Agradeço mesmo assim, um presente dos Deuses, obrigada!

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Por: Magnólio de Oliveira/Projeto Saúde e Alegria

Recadastramento das famílias na comunidade de Vila Franca pelo seu Carlos.

Recadastramento das famílias na comunidade de Vila Franca pelo seu Carlos.

O PROGRAMA Floresta Ativa surge para nomear o resultado da Licitação internacional, vencida pela LAZ e o PSA, que junto a seus parceiros tradicionais ICM Bio e Associação TAPAJOARA formam uma visão de construção participativa através de tecnologias socioambientais replicáveis.

Tendo como objetivo geral um novo modelo de gestão territorial evitando a Cultura “do corte e queima” através de práticas agroecológicas sustentáveis que reúnam ainda alternativas de geração de renda.

O Nome: FLORESTA ATIVA foi escolhido para contemplar todos os componentes da floresta a fauna, a flora, seus habitantes e seu patrimônio real e imaginário e o desenvolvimento sustentável em todos os aspectos.

A Engenheira Socorro, do Projeto Saúde e Alegria na conversa com os moradores de vila Franca.

A Engenheira Socorro, do Projeto Saúde e Alegria na conversa com os moradores de vila Franca.

A rigor tem dois objetivos específicos:

O primeiro: de agroecologia e reposição florestal que pretende estabelecer na região um novo processo referencial de capacitação e investimento rural em prol de empreendimentos e sistemas produtivos agroecológicos integrados, sustentáveis e permanentes.

E o segundo: de apoio a gestão comunitária territorial e integração institucional apoiando as organizações e busca-se envolver todos os segmentos e faixas etárias: lideranças, produtores, empreendedores , grupos de mulheres e de jovens.

Tem como desafio maior a modificar a atual dependência das praticas de corte e queima em prol de procedimentos que contribuam para a segurança alimentar e geração de renda.

A área piloto trata de 74 comunidades onde habitam 20.000 ribeirinhos numa área de 650 ha

Por ser um processo participativo utiliza criativamente de instrumentos de educação da expertise do Projeto Saúde e Alegria, o circo mocorongo, a

Rede de comunicação, programas de rádio, imagens georreferenciadas)

Em resumo o Programa Floresta Ativa tem 2 componentes principais

1. GESTÃO COMUNITÁRIA e INTEGRAÇÃO INSTITUCIONAL e

2. AGROECOLOGIA ( Reposição florestal, criação de um Centro de Tecnologias Sócio ambientais.

Espera-se que ao final dos três primeiros anos possam ser atendidas 500 famílias, criar o Centro de Referencia Transformar 225 ha de capoeiras em Sistemas agroflorestais com produção diversificada.

Sem esquecer das ações complementares em apoio ao desenvolvimento integrado como:

Turismo comunitário e artesanato da floresta; Ações de Saúde; Educação comunitária e ambiental Inclusão digital e outros portem ciais como manejo florestal, saneamento energias renováveis…

Por: Magnólio de Oliveira

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FOPIESS_2013Fórum dos Pesquisadores das Instituições de Ensino e Pesquisa de Santarém (FOPIESS), é composto por professores e pesquisadores das instituições credenciadas que realizam pesquisas nas várias áreas de ensino. Cada dois anos é eleito uma coordenação que irá organizar a divulgação das pesquisas realizadas através de encontro instituídos nas instituições elegidas no ano anterior. Este ano, o FOPIESS será realizado no Instituto Esperança de Ensino Superior – IESPES.

No dia 16 de Agosto, no Mini auditório II do Campus Amazônia da UFOPA foi empossada a nova coordenação de 2013:

Presidente – Ynglea Georgina Freitas Goch (UFOPA);

Vice-Presidente – Miguel Borghezan (ULBRA);

Secretaria – Susan Mylene Serruya Serruya (IESPES);

Tesoureira – Rosangela Lima Andrade (IESPES/ ULBRA);

Assembleia Geral – João Ricardo Gama (UFOPA);

Coord. Tecnico – Gabriel Geller (FIT);

Conselho Fiscal 

Maria Irene Escher Boger (FIT);

Maria Viviane Escher Antero (ULBRA/ IESPES);

Gina Cynthia Carneiro do Valle (IARA)

E meus sinceros agradecimentos ao convite feito pela professora Gina Cynthia.

Obrigada pela lembrança!!

 

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elisabare 376Com o tema “Educação para Sustentabilidade”, a Universidade Federal do Oeste do Pará – UFOPA irá realizar a sua primeira participação dentro de um tema tão comentado no próximo mês de Junho a Semana do Meio Ambiente. A programação será nos dias 3 a 7 de Junho, nos campos Tapajós e Amazônia. A proposta desta I Semana do Meio Ambiente da UFOPA traz um processo de sensibilização junto a sociedade santarena e seus acadêmicos. Neste primeiro encontro traz discussões da Década Internacional da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (DEDS) que nada mas é do que trabalhar a educação com um olhar inclusivo para as questões ambientais. Promovendo assim, o conhecimento dos primeiros documentos que retratam as primeiras falas, encontros e negociações sobre meio ambiente como: Carta de Belgrado, e o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e textos ainda em andamento nos diversos países participantes que são: China, Índia, México, Chile, Alemanha, Brasil, Canadá, França, Nova Zelândia, Espanha, e nas regiões da Comunidade Européia e Ásia.

Atenção estudantes, professores e profissionais de áreas afins. Faça sua inscrição até o dia 29 de Maio, na Secretaria da PROEN (Campus Amazônia), mediante entrega de um produto de higiene pessoal.

Programação

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