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flolha1

Nos tempos de graduação uma aula super mal amada por uma boa parte da turma era a tal de Metodologia Científica…um tormento só, ainda mas se viessem acompanhadas dos três “R” Resumo, Resenha e Relatório no finalzinho da aula, puts!!!Não que o professor (Profº Marcos) fosse ruim, não, de jeito nenhum ele era muito querido por todos nós, inclusive pensei nele o tempo todo, fazendo as atividades no final de semana. Agora, fiquei relembrando como era fazer: Resenha, Resumo e Fichamento foi legal, mas, cansativo na articulação dos textos, ufa!!!Conseguir postar só não sei se estar correto, vamos aguardar.

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Entrar na rede

Nosso segundo encontro da Pós foi entrar na rede literalmente. As apresentações dos amigos que conhecemos pelo “WhatsApp”, foi show de bola e para marcar esse encontro,  uma atividade na plataforma Moodle. Um texto livre da canção Pela Internet do cantor Gilberto Gil. Claro depois da nota, divulgo o texto,rsrsrsr!!

Pela Internet

Criar meu web site
Fazer minha home-page
Com quantos gigabytes
Se faz uma jangada
Um barco que veleje

Que veleje nesse infomar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve um oriki do meu velho orixá
Ao porto de um disquete de um micro em Taipé
elis_Lucien
Um barco que veleje nesse infomar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve meu e-mail até Calcutá
Depois de um hot-link
Num site de Helsinque
Para abastecer

Eu quero entrar na rede
Promover um debate
Juntar via Internet
Um grupo de tietes de Connecticut

De Connecticut acessar
O chefe da milícia de Milão
Um hacker mafioso acaba de soltar
Um vírus pra atacar programas no Japão

Eu quero entrar na rede pra contactar
Os lares do Nepal, os bares do Gabão
Que o chefe da polícia carioca avisa pelo celular
Que lá na praça Onze tem um videopôquer para se jogar

 

Bem vindo 2016!!!!

Momentos que marcaram as atividades profissionais em minha vida, feito com muito carinho.

elissss

 

Retrospectiva_psa_elislucien

Aprendiz de fotografia…

Esse negócio de bater retrato é coisa de outro mundo, desse mundo moderno de vocês! Minha bisavó dizia nas festas de batizado, natal e aniversario na casa de minha tia, pois naquela época só ela tinha a tal máquina fotográfica.

gato_mimi

As fotografias ficavam dentro de uns rolinhos pretos, que a gente para poder tirar a fotografia tinha que rodar um dispositivo até soar um “clic” ai sim, podia bater outra fotografia e claro esperar ter dinheiro para mandar revelar e esperar a ansiedade de saber se todas prestaram.

E hoje, “self, self…não ficou legal, outra, outra”, que maravilha podemos escolher a melhor fotografia, opa!Self e dá para ficar super legal.

Então, vamos fotografar, tirar self registre o momento.

Um passo após outro para que não possamos tropeçar. Acho que é por aí a minha experiência com o Florestabilidade na comunidade de Samaúma, Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns.

cartaz_florestabilidade

Esse tempo, esse jeito, esse caminhar precisa mesmo andar com passos firmes por todos, sem deixar de um de nós longe de nossas vistas. Conquistar essa liga, entender sentimentos, acalentar os corações para que possamos conquistar estabilidade dentro da floresta é necessário.

Então, aqui vamos todos nós!!!!Serviços ambientais que a floresta provê, Unidade 3.

SAMAUMA_ELISLUCIEN

*Por: Andria Gama, Arnaldo dos Santos, Elis Lucien e Taíse Reis dos Santos

Na Amazônia existem apenas duas estações: verão e inverno. Nos últimos dois meses as águas do rios tiveram uma alta vazão em decorrentes dos últimos anos e acompanhadas pela maioria dos moradores dia-dia. A seca traz grandes prejuízos para vários seguimentos da sociedade tais como: agricultura, agropecuária, transporte, vegetação é a mais afetada neste período tornando-se vulnerável a incêndio e especialmente na vida população.

fotoarnaldo

Nas comunidades ribeirinhas do Oeste do Pará, a baixa do rio está afetando a navegação dos barcos pois é o único meio de locomoção entre a cidade e o interior. Segundo Taíse Reis dos Santos, 16 anos, estudante do 3º ano “usamos o transporte chamado bajara (canoa com um motor na popa), para chegar até a comunidade onde moro que é a Enseada do Amorim, Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns, temos que ficar na Boca do Parauá, que uma outra comunidade aqui próximo, o barco de linha nos deixa e aí pego a bajara seguindo devagar para não encalhar, pois, temos que ir emburrando e indo com cuidado nessa época, também têm as arraias, uma ferrada dela dói muito e tem que para o hospital”.

fotoarnaldo02

Nos outros municípios não é diferente segundo relato do senhor Arnaldo dos Santos, morador à 52 anos do Mojuí dos Campos, PA (município recém formado), “Pra você ter uma ideia, pra chegar em algumas comunidades do rio Mojú é necessário fazer uma travessia de balsa sobre o rio, com o verão amazônico isso não é possível, a água tá muito baixa e algumas pessoas atravessando andando. Mas o problema maior, está no rio Curua-Una secou tanto que o ano letivo poderá ser comprometido, pois não há como transportar os alunos e a população em geral de um lado para o outro”.

A cada ano que passa essa e outras situações decorrentes da seca irão afetar a vida dos povos ribeirinhos então a palavra-chave para essa situação é adaptação.

*Artigo apresentado por este grupo de trabalho na Oficina de Jornalismo Cidadão, facilitado pelo Jornalista da Rede InfoAmazônia, Gustavo Faleiros, no dia 23 de outubro de 2015, na Universidade Federal do Oeste do Pará, Santarém

Um piscar de olhos

feliz_2015